sábado, 27 de fevereiro de 2010
PORTUGAL NA SEGUNDA METADE DO SÉC.XIX
VAMOS COMEÇAR UM NOVO SUBTEMA
Vejam este pequeno filme com algumas profissões destes tempos antigos
Olhai, senhores, esta Lisboa d'outras eras...
... ... ...
Das festas,
das seculares procissões,
Dos populares pregões matinais
que já não voltam mais!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
sábado, 4 de abril de 2009
CURIOSIDADES DO ESTADO NOVO
VISUALIZA AS ANIMAÇÕES DO
Centro de Documentação 25 de Abril

SALAZAR - As Restrições às Liberdades
Foi também proibido o direito à greve que, quando se davam, eram reprimidas violentamente.
Ao serviço do regime estava também a Legião Portuguesa, organização armada, e a Mocidade Portuguesa, organização juvenil a que pertenciam obrigatoriamente os jovens entre os 7 e os 14 anos.
ESTADO NOVO - AS OBRAS PÚBLICAS
As obras públicas
A reorganização das finanças públicas permitiu ao país acumular reservas de dinheiro.
Entre 1939 e 1945 deu-se a 2ª Guerra Mundial em que Portugal não participou. Esta neutralidade permitiu a Portugal aumentar as exportações para os países em guerra, o que aumentou as reservas em ouro do Banco de Portugal.
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Parte dessas reservas foram aplicadas em obras públicas:
- estradas e pontes (entre estas a ponte sobre o Tejo);
- edifícios públicos: tribunais, quartéis, estações de correios,...;
- escolas primárias, liceus e universidades;
- barragens hidroeléctricas;
- hospitais.
Esta política de obras públicas facilitou o crescimento do turismo e de grandes indústrias. No entanto não foi suficiente para que Portugal recuperasse do atraso em que se encontrava.
Nas zonas rurais, sobretudo, mantinha-se o desemprego e as más condições de vida que levaram milhares de portugueses a emigrar.
SAlAZAR E O ESTADO NOVO
António de Oliveira Salazar nasceu no Vimieiro, em Santa Comba Dão a 28 de Abril de 1889 e faleceu em Lisboa, a 27 de Julho de 1970.
Antigo professor da Universidade de Coimbra, dirigiu, de forma ditatorial, os destinos do País. Foi ministro das Finanças, presidente do Conselho de Ministros, fundador e chefe do partido União Nacional.
Afastou todos os que tentaram destituí-lo do cargo. Instituiu a censura e a polícia política. Criou dois movimentos: a Legião e a Mocidade Portuguesas.
Mas equilibrou as finanças públicas, criou as condições para o desenvolvimento económico, mesmo que controlado, e conseguiu que Portugal não fosse envolvido na II Guerra Mundial.
O Golpe Militar do 28 de Maio
A 1ª República foi marcada pela instabilidade política e pelo descontentamento generalizado.
A 28 de Maio de 1926, um grupo de militares conservadores, comandados pelo general Gomes da Costa, partiu de Braga em direcção a Lisboa e promoveu um golpe militar que fez cair a 1ª República.
A ditadura militar
O presidente da República, Bernardino Machado, demitiu-se, o Parlamento foi encerrado e os militares entregaram o governo a um dos revolucionário, Mendes Cabeçadas.
Foi então instaurada uma ditadura militar (1926 - 1933) que suspendeu as liberdades fundamentais:
- não houve mais eleições;
- os governos eram escolhidos pelos militares;
- foram proibidas as greves e manifestações;
- a imprensa passou a ser controlada pela censura;
- foi proibida a oposição ao governo.











